E pronto, acabou a campanha e há que começar quanto antes a meter mãos à obra. Está cumprida a primeira parte da missão.
E nada melhor, acho eu, que fazer da remoção dos cartazes de propraganda das ruas, praças e jardins de Lisboa, o primeiro acto da Diferença.
Assim, desejo, realmente, que a CML dê o exemplo e mande retirar no prazo de 48h todos os cartazes que infestaram a cidade durante tempo excessivo. Além do mais será simbólico e elucidativo.
E pode aproveitar a "onda" para fazer ver à CNE que é urgente a redefinição das regras de afixação de propaganda eleitoral. Há demasiados cartazes e pendões para uma capital da UE. Temos que recuperar o atraso geracional.
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segunda-feira, 12 de outubro de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Exemplo da diferença (2)
Outra ideia: a transparência. A dois tempos: CML e CPL. Assim, em eventuais pelouros, cargos, gabinetes ou secretárias que venham a ter como protagonistas Cidadãos por Lisboa, efectivos ou suplentes (CML, AML, Juntas, empresas municipais, task forces, etc.), a informação respeitante aos assuntos respectivos deve ser disponibilizada em tempo real, online, não de forma reactiva mas pró-activa. Toda. O mesmo no que toca aos vencimentos, regalias, senhas de presença, subsídios, etc. dos eleitos, representantes e membros CPL, a tempo inteiro ou não, de todo e qualquer cargo, gabinete e assessoria, mas também os respectivos direitos e deveres que os assistem, deixando aberta a possibilidade a quem queira evocar o direito à privacidade. Está no seu direito.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Exemplo da diferença (1)
Seria, desde já, e em campanha eleitoral, os CPL abdicarem dos cartazes e do panfletozinho na caixa de correio, e apostarem nas novas tecnologias a 100%. Info-excluídos? Há meios de fazer chegar a mensagem visualmente, de forma simples, atractiva e barata. Contribuiremos para diminuir os índices de poluição e muitos dos obstáculos físicos ao peão. E, também, porque ninguém no seu perfeito juízo vota ou deixa de votar em A ou B por causa de um cartaz, por maior ou mais franzino e reciclável que seja, por mais ou menos "photoshot" dentífrico ou "botox" epidérmico, dérmico e endodérmico que apresente, nem por receber em casa muita ou pouca tralha com mensagens mais ou menos recicláveis. Último, e mais importante, as árvores agradecem.
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